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FNI - Frente Nacional dos Trabalhadores em Informática {APOIAM ==> SINDPD/SC; SINDTIC/SE; OLT SERPRO/BA; OLT SERPRO/RJ; OLT Dataprev/SP; OLT Datraprev/RS; OLT SERPRO/RS; SINDPD/RS }

O Que é a FNI

A FNI é o instrumento alternativo de organização e de luta que os trabalhadores de TI do Brasil estão construindo. Uma frente que defenda os interesses dos trabalhadores e independente de governos e das empresas.

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Direção do SERPRO, secretário Caio e governo avançam perigosamente rumo à PRIVATIZAÇÃO da nossa empresa. Vamos bater palmas para eles?

 



A notícia de uma live do presidente do SERPRO, Gileno Barreto, e do secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Caio Mario Paes de Andrade, nesta 3ª feira (13 de Outubro) tem gerado indignação dentro da empresa. De forma espontânea, surgiu entre os trabalhadores um movimento contrário à live, pois não é coerente que os trabalhadores do SERPRO, que dão o melhor de suas vidas para construir a maior empresa pública de TI do mundo, que foram exemplares nas entregas de serviços em meio à pandemia e que quase todos os dias apresentam soluções de TI grandiosas para o país em benefício da população, aceitem assistir uma live com dois dos protagonistas centrais da destruição do SERPRO como empresa pública.

Pensamos que a forma de ajudar nossa empresa é começar a mostrar que NÃO QUEREMOS o fim do SERPRO e a perda da soberania tecnológica do nosso país. Somos maiores do que estes que fazem graça com o nosso trabalho e com a nossa empresa, que já enfrentou crises - muitas vezes, com problemas de administração - mas sempre superando desafios e mostrando inovação e excelência na prestação de serviços.

As representações dos trabalhadores são favoráveis ao debate franco e aberto, mesmo quando divergimos das políticas da empresa. No entanto, faz um bom tempo que não existe debate, são só monólogos, muitas vezes recheados de piadas sem graça e, inclusive, de defesa de tempos ditatoriais tenebrosos, os quais não gostaríamos de lembrar. Hoje, o que está posto para nós, trabalhadores, é enfrentarmos ou nos calarmos!

As representações dos trabalhadores apoiam esse movimento e convocam todos e todas que se preocupam com o futuro do SERPRO, da TI pública e dos nossos empregos a BOICOTAR a live da próxima 3ª feira (13/10). Temos que nos manter unidos e mobilizados em defesa da empresa pública!




Sindppd/RS e Sindpd/SC/ FNI , FENADADOS e sindicatos filiados

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Diretores do Sindppd/RS e Sindpd/SC ingressam com ação popular que questiona contratação de trabalhadores da TI pelo Ministério da Economia





A assessoria jurídica da FNI ingressou com Ação Popular em nome da diretora do Sindppd/RS, Vera Guasso, e do diretor do Sindpd/SC, Fabiano Turchetto, questionando a contratação de 350 trabalhadores de TI sem concurso público pelo Ministério da Economia. A questão já havia sido denunciada ao TCU (Tribunal de Contas da União) pelos sindicatos da FNI no início de Agosto.

A ação popular é uma medida que tem por objetivo evitar que os cofres públicos sejam lesados e proteger as empresas públicas de TI SERPRO e DATAPREV. A ação foi ajuizada na 6ª feira passada (28/08) pelo assessor jurídico da FNI, Aderson Bussinger, representante dos dois diretores sindicais.


CLIQUE AQUI para ver


Na ação, os dirigentes sindicais requerem a anulação da portaria 16.017/2020 que autorizou, em regime temporário por 4 anos e sem concurso público, a contratação de 350 profissionais da TI para supostos projetos de “transformação digital de serviços públicos”. Esta portaria emitida pelo Ministério da Economia despreza e desconsidera a capacidade do SERPRO e da DATAPREV para dar conta desses serviços, promovendo assim gasto desnecessário, desperdício de dinheiro público e sobreposição de atividades, além de desvio de finalidade da utilização da legislação de contratações excepcionais e transitórias.

Esta contratação emergencial de forma temporária por longos 4 anos é mais um ataque às empresas públicas de TI SERPRO e DATAPREV. O governo federal, por meio do Ministério da Economia, aproveita-se da situação criada pela pandemia e tenta achar brechas na legislação para preparar demissões nas empresas públicas e alavancar o processo de desmonte e de privatização do SERPRO e da DATAPREV, que são fundamentais para a soberania tecnológica de nosso país.

É urgente e fundamental a luta em defesa do SERPRO e da DATAPREV, patrimônios do povo brasileiro.  


Não ao desmonte e à privatização!





Sindppd/RS

 

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Repudiamos a atitude de alguns conselheiros do SERPROS que atuam junto com a direção do SERPRO para desmontar o nosso Instituto e facilitar a privatização!


Os trabalhadores foram surpreendidos com a notícia das atas das reuniões da Diretoria Executiva do SERPRO e do Conselho Deliberativo do SERPROS -CDE/SERPROS, ocorridas respectivamente em 24/06/2020 e 07/07/2020, nas quais, dentre outros assuntos, foi deliberada e aprovada a decisão de transferência da sede do SERPROS do Rio de Janeiro para Brasília, no prazo de 90 dias.
 

Dada a gravidade do assunto, as representações dos trabalhadores FENADADOS, Sindppd/RS e Sindpd/SC vêm a público repudiar e denunciar a forma arbitrária como a direção do SERPRO tomou tal decisão, e a cumplicidade com tal ato, por parte dos três conselheiros do SERPROS indicados pela patrocinadora (Fernando Bento, Ariadne Fonseca e Ivo Torres) e pelo conselheiro eleito (Paulo Roberto Oliveira), trabalhadores de carreira na empresa que, vergonhosamente, votaram contra os interesses dos trabalhadores e assistidos, pela aprovação de tal medida. Isso, mesmo sabendo da falta de embasamento legal e técnico para que ela fosse adotada e dos riscos de sérios prejuízos que a mesma trará ao instituto de previdência e a nós, que somos seus mantenedores e beneficiários, além das possíveis consequências sociais e econômicas lesivas aos funcionários da Instituição. 

Segundo consta na ata do dia 07/07/2020 do CDE/SERPROS, existe um estudo técnico encomendado em 2018 pelo próprio SERPROS à empresa Mercer sobre a viabilidade, ou não, da transferência da sede do SERPROS para Brasília. O material estaria sob análise do Conselho Deliberativo do SERPROS. Consta, também, na referida ata que a diretoria do SERPRO está alterando o Estatuto do SERPROS, visando afastar o obstáculo legal para a transferência, uma vez que está estabelecido no estatuto que a sede do SERPROS é no Rio de Janeiro.

A despeito de tais pendências sobre dados tão importantes acerca do assunto, a diretoria do SERPRO decidiu atropelar todo o processo de análise e impor sua vontade para o CDE do SERPROS, o qual, apesar de ter legalmente autonomia para vetar tal destempero, preferiu acatar a imposição, sem o mínimo de respaldo técnico ou legal que poderia ter, após a conclusão dessas análises e dos consequentes processos decisórios sobre elas, apesar dos alertas feitos na reunião pelos conselheiros Mário Evangelista e Mauro Simião, ao votarem contrários à decisão.

Claro está que a decisão tomada fragiliza a situação financeira do SERPROS e põe em risco o emprego dos trabalhadores e trabalhadoras do Instituto. Vinda no esteio do processo de privatização do SERPRO, que está sendo acelerado pela atual diretoria da empresa, tal medida torna-se ainda mais ameaçadora posto que, com a privatização, o SERPRO certamente deixará de patrocinar o SERPROS, e isso causará o total desequilíbrio financeiro do instituto de previdência, deixando desassistidos a totalidade dos seus filiados.

Queremos ainda protestar e repudiar especialmente em relação à postura do Conselheiro Eleito, sr. Paulo Roberto Oliveira, que além de conivente com a direção do SERPRO ainda se utilizou dos mesmos argumentos da empresa, do OFÍCIO: DIRAD - 016915/2020 de 17 de Agosto, em sua resposta ao ofício de colegas de Belo Horizonte que cobraram seu posicionamento, dez dias antes do ofício da DIRAD. Ele estava atuando desde quando em comum acordo com a direção do SERPRO, com que interesses, já que não são os mesmos interesses da grande maioria dos trabalhadores que são contra o desmonte do NOSSO INSTITUTO e a privatização do SERPRO.

Frente ao desrespeito e irresponsabilidade da direção do SERPRO e dos conselheiros do SERPROS que a ela se juntaram, apresentamos o nosso total repúdio a esta medida. Não descartamos outras ações que possam ser adotadas, a exemplo de uma ampla mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras do SERPRO contra esse vexaminoso desmonte que a diretoria do SERPRO está promovendo na empresa e, agora, no fundo de pensão, visando a privatização.


Não ao desmonte do SERPROS!

Não à privatização do SERPRO!

Em defesa da soberania tecnológica brasileira!






Sindppd/RS e Sindpd/SC/FNI, FENADADOS e sindicatos filiados

terça-feira, 18 de agosto de 2020

SERPRO: Ainda sem a assinatura do ACT de 2020/2021, depois de mais de um mês das assembleias dos trabalhadores

 De quem é a responsabilidade?


Esta é a pergunta para a qual os nove mil trabalhadores da empresa têm buscado respostas, pois o corpo funcional realizou suas assembleias em todos os estados e deliberou por aceitar a proposta construída na mediação, coordenada pela vice-presidência do TST (Tribunal Superior do Trabalho). O SERPRO formalizou em reunião de mediação, diante do ministro Vieira de Melo,  e também em boletim ao seu corpo funcional, a aceitação da proposta.

A representação dos trabalhadores tomou conhecimento, via nota da empresa, de que o SERPRO estava com dificuldades junto à SEST, mas até este momento não temos nenhuma reunião agendada no TST para tratar deste tema. Vale lembrar que no dia 31 de Julho foi informado que o SERPRO havia peticionado no tribunal a prorrogação do ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) por mais 30 dias. A FENADADOS concordou com a prorrogação, pois sem ACT vigente os prejuízos poderiam ser grandes para os trabalhadores.

Os diretores que acompanharam as reuniões de mediação no TST foram o sr. Cury e sr. Gileno, que atualmente é o presidente da empresa.

Nunca  é demais lembrar que segundo o relatório da própria empresa, os custos operacionais vêm sendo reduzidos e o lucro bate recorde ano após ano. São 3 exercícios consecutivos atingindo a marca de aproximadamente meio bilhão de lucro líquido por ano.

Faz-se urgente que a empresa se pronuncie junto ao TST para que se restabeleça o diálogo e que seja cumprido o compromisso firmado pelo SERPRO em sede de mediação, quando aprovou a proposta.

A representação dos trabalhadores, mais uma vez, ratifica sua intenção em assinar o ACT 2020/2021, conforme é o desejo dos trabalhadores.

O Acordo Coletivo de Trabalho é um instrumento fundamental para todos os trabalhadores . É inadmissível que estejamos neste compasso de espera há mais de um mês, e enquanto isso, uma série de medidas prejudiciais à empresa e aos seus trabalhadores vêm sendo tomadas pelo governo federal, com o aval da diretoria do SERPRO, todas com o intuito de desmonte rumo à privatização.

Os trabalhadores querem que seja cumprido o compromisso assumido no TST e têm pressa na assinatura do ACT.


Com a palavra, o presidente Gileno.



Sindppd/RS e Sindpd/SC/ FNI, FENADADOS e sindicatos filiados 

 

sexta-feira, 14 de agosto de 2020

SERPRO tem lucro recorde, dá reajuste zero aos funcionários e ao mesmo tempo paga bolada de 150 mil reais a diretores


Segundo o relatório da própria empresa, os custos operacionais vêm sendo reduzidos e o lucro bate recorde ano após ano. São 3 exercícios consecutivos atingindo a marca de aproximadamente meio bilhão de lucro líquido por ano. No entanto, a previsão para 2021 é de precarização dos postos de trabalho, pois a meta apresentada pela empresa em seu planejamento mais atualizado é de reduzir os gastos com pessoal em 200 milhões.

200 milhões de prejuízo aos trabalhadores! Não se pode negar que a empresa vem trabalhando duramente para bater esta meta. Pois em meio a um cenário de pandemia, o que se constata é que o SERPRO economiza com home-office e, mesmo assim, são os empregados que têm que arcar com toda a infraestrutura para trabalhar. É desta forma que os funcionários vêem aumentar os seus gastos, com o dever de manter um ambiente de escritório em suas próprias casas, como por exemplo com a contratação de um plano de internet rápida para poder trabalhar.

Não bastassem esses prejuízos acumulados nas costas dos trabalhadores, o SERPRO anunciou recentemente que deverá excluir o 13° ticket alimentação dos trabalhadores. O que é um verdadeiro absurdo pois, com esta verdadeira desvalorização do corpo funcional, a empresa ameaça criar uma crise na negociação coletiva, não cumprindo a sua própria proposta perante ao TST (Tribunal Superior do Trabalho).

Para agravar ainda mais a imagem da empresa, em meio à pandemia e mais de 100 mil mortos, ainda em 2020 os diretores do SERPRO receberão bolada de 150 mil reais a título de RVA (Remuneração Variável Anual).


Colegas, neste momento precisamos de união para dizer NÃO!


NÃO AO REAJUSTE ZERO!

NÃO À RETIRADA DO TICKET ALIMENTAÇÃO!

NÃO À BOLADA DE 150 mil DOS DIRETORES!


Sindpd/SC